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Saiba como se proteger naturalmente das alergias da primavera



Publicado em 17/09/2015
Se você já está com todos os sintomas das “alergias da primavera” enquanto ainda estamos no inverno, deve estar pensando: como vou sobreviver até o verão?
 
Os sintomas das alergias aos pólens são variáveis, mas numa percentagem elevada surgem espirros, corrimento e obstrução nasal, lacrimejamento e olhos 
vermelhos, por vezes tosse, falta de ar, aperto no peito, mas também comichões e descamação da pele e extremo cansaço.
 
O mais grave é que estes não são sintomas passageiros e os efeitos da polinização ocorrem entre agosto e outubro. Esta é, aliás, uma das razões porque as alergias surgem fortemente associadas a estados de depressão e ansiedade, "mistura" potencializada na primavera, por ser a estação do ano mais propícia aos dois estados clínicos. Existe uma forte relação do sistema neuro-imuno-endócrino, explicando que quem tem distúrbios emocionais pode ter mais alergias na primavera por estar com o sistema imunológico debilitado, assim como a alteração do humor faz parte do quadro da alergia.
 
No entanto, o importante é procurar ajuda, porque as alergias são hoje facilmente contornadas, embora ainda sejam desvalorizadas. O que é perigoso é deixar a alergia controlar a vida da pessoa e não a pessoa controlar a doença alérgica. 
 
Segundo pesquisas, mais de 10% da população apresenta alergia ao pólen na primavera. O clima da estação é mais propício ao desenvolvimento das flores, aumentando a incidência das alergias.
 
Diagnosticar, prevenir e controlar são os pilares fundamentais para a resolução da maioria das alergias. Se você quer ficar bem longe disso, aposte nas soluções naturais como a Unha de Gato e Geleia Real.